sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Características de Leviatã


Isaías 27:1


Nomes de Leviatã:              
1. O leviatã serpente veloz;
  2. o leviatã serpente tortuosa;
   3. o dragão que está no mar;
Atua nas áreas:
1.    Exterminador de descendência;
2.    Anula sacerdócio;
3.    Enlouquece cônjuge;
4.    Traz enfermidade de tumores;
5.    Problemas de pele;
6.    Empobrece a família;
7.    Traz transtorno emocional;
8.    Cria desordem interior;
9.    Tortura psicológica;
10. Separa familiares e amigos;


O leviatã se alimenta de:

1.    Orgulho;
2.    Se arrastar pela lama;
3.    Destruir ministérios;
4.    Brincar com navios;

Diferença entre ciúmes inveja


Diferença entre ciúme e inveja
“A inveja e o ódio, mesmo se acompanhados pela inteligência, limitam o indivíduo à superfície daquilo que constitui o objeto da sua atenção. Mas, se a inteligência se irmana com a benevolência e com o amor, consegue penetrar em tudo o que nos homens e no mundo há de profundo. E pode mesmo acalentar a esperança de atingir o que possa haver de mais elevado.”
· Johann Wolfgang von Goethe, in Máximas e Reflexões[1]
Embora o ciúme e a inveja sejam sentimentos parecidos existe uma grande diferença entre eles: enquanto o ciúme envolve sentimento de perda, na inveja o sentimento predominante é a ambição. Ambos atormentam aquele que cobiça algo que outra pessoa tem. Quanto menos a auto-estima, mais alta a propensão de um indivíduo sofrer com um (ou os dois) sentimentos.
Porém, quando tais sentimentos são assumidos e enfrentados é um fator positivo, pois essa nova forma de encarar o problema colabora para que o indivíduo trabalhe a sua auto-estima.
Ciúme
Do Latim “Zelumen”, de Zelus, que vem do grego “Zêlos”, que significa “cuidado”;
Neste tópico vamos falar sobre o ciúme como sentimento que abrange todos os tipos de relacionamentos. O ciúme que permeia um relacionamento amoroso é abordado no capítulo “O Ciúme entre o casal”, página 61
Ciúme é uma reação a qualquer fator externo que ameace uma relação e provoca o temor da perda de alguém (ou algo), relacionado com insegurança Ciúme patológico
O ciúme patológico é uma espécie de paranóia[2] e como acontece em tais casos a fronteira entre a imaginação e a certeza se torna tênue, fazendo com que o indivíduo passe a viver em um mundo de incertezas.
Quem sente ciúme a esse nível se dedica exclusivamente a vigiar, invadindo a privacidade e tirando a liberdade de outro indivíduo, fazendo coisas ridículas como abrir correspondências, examinar bolsos, cheirar camisas, seguir o parceiro, etc. Porém, tais tentativas jamais amenizam a dúvida, ao contrário a intensificam, ocasionando assim um enorme desconforto na relação.
A pessoa ciumenta apresenta um traço marcante de insegurança, em função de problemas que ocorreram na infância . É necessário que o indivíduo resgate sua auto-connfiança para que possa finalmente se livrar dessa chaga e assim conseguir vivenciar um bom relacionamento. Para que isso aconteça é necessário buscar auxílio médico, terapêutico ou religioso, o que for mais confortável para a pessoa.
A inveja
Antes de prosseguirmos eu vou dividir esse capítulo em duas partes:
Os invejados e os invejosos.
Os Invejados:
Pra ilustrar esse capítulo eu ou citar um trecho da novela “Celebridade” (de Gilberto Braga, transmitida pela Rede Globo de Televisão no ano de 2003).
Laura (Claudia Abreu) era uma pessoa que tinha muita inveja de Maria Clara Diniz (Malu Mader) por que essa era rica, linda, famosa e inteligente. Laura por sua vez era uma inteligência a serviço do mal, e queria de todas as formas, derrotar Maria Clara. Através de mil armações,eis que um dia ela finalmente conseguiu desmoralizar Maria Clara e ocupar seu lugar. Mas na ficção o bem sempre vence o mal e por fim Maria Clara deu a volta por cima e conseguiu se restabelecer depois de um muito esforço. Laura teve a punição desejada: A morte.
Eu fiz esse paralelo, porque infelizmente esse tipo de coisa não acontece somente nas novelas; acontece também na vida real, talvez não em grande escala, mas todos nós já tivemos uma Laura no nosso caminho (quem não teve erga as mão pro céu e agradeça).
Onde nasce a inveja?
Algumas pessoas chamam atenção no meio em que vivem. Seja por seu talento, por sua graça, sua beleza, sua simpatia, enfim... tem gente que ilumina o dia!
Em contrapartida existe gente que não tem esses atributos (embora possua outros, mas não sabe valorizar), e passa a se sentir diminuída em relação àquela pessoa que de algum modo chama mais atenção. É nesse ponto que nasce o ciúme e a INVEJA.
Há que diga que a inveja é a arma dos incompetentes. Realmente, se pararmos pra analisar , veremos que muitas vezes a pessoa que tem inveja no fundo queria ser igual ao invejado, mas não consegue ou por comodismo ou por falta de recursos.
E justamente por não conseguir ser igual à outra, ela quer destruí-la para não haver parâmetro de comparação; para não haver mais motivo para se esforçar e tentar melhorar. É como se um time de futebol pudesse massacrar o time adversário que ganhou a partida, apenas pra esquecer a derrota. Isso é um comportamento rudimentar, digno de pessoas com a alma bem pequena.
Infelizmente não é possível detectar quem são os invejosos a nossa volta.
Algumas pessoas têm verdadeira paranóia com esse assunto e se sentem o “alvo de toda a inveja” quando na verdade, ninguém nem lembra que ela existe!
Só porque duas pessoas usam o mesmo modelo de camisa, não quer dizer que uma tenha inveja da outra. É apenas uma coincidência de gostos.
Mas tem gente que adora insistir. Adora achar que o mundo inteiro lhe tem inveja.
Esses são tão infelizes quanto os invejosos.
Detectar um invejoso é fácil. Geralmente seu comportamento é falso, pontilhado por mil contradições. Fique atento, mas tome cuidado pra não exagerar na dose.
Os invejosos
É natural sentirmos uma pontinha de inveja. Aliás, eu diria mais... diria que muitas vezes é isso que nos impulsiona a mudar de vida e seguir um rumo melhor.
O que não PODEMOS deixar acontecer é nos dominar pelos sentimentos negativos que a inveja trás consigo; resumindo: não devemos nos sentir diminuídos por que fulano tem uma coisa que nós não temos, e muito menos devemos pensar em destruir fulano ou as coisas que ele tem.
O fato de você quebrar a vidraça do vizinho não te dará uma vidraça melhor; o teu mísero consolo será ver que ele está sem vidraça. E isso até o dia em que ele conseguir comprar uma vidraça mais bonita.
O despeitado vai rezar pra esse dia nunca chegar.
E ficará ruminando planos de vingança: “se ele trocar a vidraça, eu vou lá e quebro de novo”. E faria isso mil vezes se fosse preciso.
Será que ele não percebe que o tempo que está gastando pra quebrar a vidraça do vizinho, poderia estar trabalhando pra comprar uma vidraça mais bonita para si?
É nesse ponto que o invejoso fica rodando em círculo.
Se ele não mudar sua disposição mental será um eterno sofredor, porque há de destruir todas as vidraças bonitas que encontrar pelo caminho assumindo assim uma atitude hostil perante a vida.
Se ao contrário ele puser a mão na consciência e pensar: “eu estou perdendo tempo quebrando vidraças” , e perceber o quanto está se humilhando, vai começar a trabalhar a favor de si mesmo e se esforçar para ter uma ou mais vidraças bonitas.
Como vencer o sentimento de inveja?
Fácil. Basta você transformar sua inveja negativa em inveja positiva. Inverter os pólos do sentimento. Trabalhar pra ser igual a pessoa que você tanto admira, porque no fundo a inveja é uma grande admiração.
Quando você finalmente conseguir chegar onde deseja com seus próprios pés e “sem sujar as mãos” sua inveja desaparecerá
Os Últimos Pecados a Morrer: O Ciúme,
a Inveja e a Contenda

por Darrell Hymel
Aristóteles definia ciúmes como o desejo de ter o que outra pessoa possui. Era originariamente uma palavra boa e referia-se ao desejo de imitar uma coisa nobre da outra pessoa.  Mais tarde a palavra passou a ser associada com um desejo lascivo daquilo que pertencia a outra pessoa.  Salomão reconheceu a vaidade (inutilidade) desse pecado quando disse:  "Então vi que todo trabalho e toda destreza em obras provêm da inveja do homem contra o seu próximo" (Eclesiastes 4:4).  Tentar "seguir o padrão de vida do vizinho" é um pecado que não somente nos impedirá de ir para o céu, mas também mesmo nesta vida nos tirará a satisfação (Filipenses 4:12-13).

Embora o ciúme simplesmente cobice a riqueza e a honra  dos outros, a inveja é algo que se faz acompanhar de rancor.  A inveja não é necessariamente querer para nós mesmos, mas simplesmente querer que seja tirado do outro.  A inveja é o sentimento de infelicidade produzido por presenciarmos a vantagem ou a prosperidade do outro.  Os invejosos se incomodam com os sucessos dos amigos.

O ciúme e a inveja são sempre seguidos da contenda na igreja (Romanos 13:13; 1 Coríntios 3:3).  Quando nos magoamos por causa daquilo que outros conquistaram, quer financeiramente, quer na reputação, a ambição egoísta nos torna arrogantes contra o nosso irmão (Tiago 3:14).  O ciúme dos coríntios para com os pregadores gerou contenda e divisão (1 Coríntios 3:3-4).  Os irmãos ciumentos estão associados com a contenda, com a ira, com as disputas, as maledicências, a difamação, a arrogância e as perturbações (2 Coríntios 12:20).  O ciúme e a inveja levaram os irmãos de José a querê-lo morto, geraram a rebelião de Coré, levaram Caim a matar Abel, o Sinédrio a matar Jesus e aprisionar os apóstolos.  Muitos hoje e no primeiro século pregam e pregaram a Cristo movidos pela inveja (Filipenses 1:15).  São zelosos pela causa de Cristo, mas esse zelo é motivado pelo desejo de desacreditarem outros irmãos.

A contenda nasce da inveja, da ambição e do desejo de prestígio, de posição e de destaque.  É o espírito que nasce da competição desmedida e ímpia.  A contenda corre solta quando os cristãos odeiam ser superados.  Domina quando o homem se esquece que só o que se humilha pode ser exaltado.  Os irmãos invejosos e competitivos cobrem o seu pecado com debates "consagrados" sobre as palavras e sobre as questões controversas (1 Timóteo 6:4-5).  Que a nossa posição a favor da verdade não seja obscurecida com o motivo pecaminoso da inveja que nos conduz à contenda.

Uma vez que a contenda entra na igreja, o culto passa a ser inviabilizado.  Os cristãos, e mesmo os presbíteros e pregadores, ficam tão preocupados com os seus direitos, dignidade, prestígio, práticas e procedimentos que fica impossível haver uma atmosfera que dê margem ao louvor e à adoração.  Com o ciúmes e a inveja no coração, não podemos fazer julgamentos justos; o julgamento parcial só gera mais contenda.  A adoração a Deus e as disputas dos homens não combinam.

O ciúme e a inveja parecem ser os últimos pecados a desaparecer da vida do Espírito.  Após a longa lista que Paulo apresenta de pecados da carne e do fruto do Espírito em Gálatas 5, ele conclui o seu pensamento com a advertência:  "Se vivemos no Espírito, andemos também no Espírito.  Não nos deixemos possuir de vanglória, provocando uns aos outros, tendo inveja uns dos outros" (5:25-26).  Ninguém acusou os apóstolos durante o ministério de Jesus de fornicação, impureza, sensualidade, idolatria, feitiçaria, embriaguez e orgias ­ mas na noite antes de Jesus morrer, eles eram invejosos e cheios de contenda (Lucas 22:24).  Não é necessário participar do trabalho da igreja por muito tempo para descobrir que fonte eterna de problemas é a inveja.

Como corrigimos o espírito invejoso e ciumento em nós mesmos?  "Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.  Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos" (Romanos 12:15-16).  "Finalmente, sede todos de igual ânimo, compadecidos, fraternalmente amigos, misericordiosos, humildes, não pagando mal por mal ou injúria por injúria; antes, pelo contrário, bendizendo" (1 Pedro 3:8-9).

"Ora, é em paz que se semeia o fruto da justiça, para os que promovem a paz" (Tiago 3:18).  Todos estamos tentando ceifar uma colheita resultante da boa vida, mas as sementes que produzem essa colheita jamais podem brotar numa atmosfera que não seja aquela com os relacionamentos corretos.  O grupo em que há inveja e contenda é um solo infértil, em que não pode crescer nenhuma colheita justa.