quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Pães asmos e primícias


Historia de israel aula 11 pães asmos e primíciasPresentation Transcript

  • 1. Módulo IIIAs Festas Bíblicas Aula 11
  • 2. lkhdSumário: A Festa dos Pães Asmos Perspectiva Histórica O Costume Judaico Significado Espiritual e Profético A Festa das Primícias Perspectiva Histórica O Costume Judaico Significado Espiritual e Profético Conclusão
  • 3. lkhdFesta dos Pães Asmos Perspectiva Histórica A Festa iniciava em 15 de Nisan, no dia seguinte à Nisan, Páscoa, e durava 7 dias (Lv 23:6); Foi instituída por Deus como memorial, pois foi nesse dia que Deus tirou o povo hebreu do Egito (Ex 12:17); O pão asmo era o “pão da aflição”, devido a pressa que os hebreus deixaram o Egito (Dt 16:3); (Dt Durante o período da Festa, os israelitas não podiam comer nenhuma comida levedada; O 1º e o 7º dia da Festa eram “sábados” e havia santa convocação (Lv 23:7-8); 23:7-
  • 4. lkhdO Costume Judaico Para os judeus, não há diferença entre a Festa dos Pães Asmos e a Páscoa; Durante a semana da Páscoa, os judeus não comem nenhuma comida levedada; Os judeus fazem uma grande faxina em suas casas para encontrar o hametz (fermento), que é removido e posteriormente queimado;
  • 5. lkhdSignificado Espiritual e Profético O fermento na Bíblia: Pela Lei, o fermento era relacionado à impureza (Lv 2:11); Jesus relacionou o fermento à hipocrisia dos fariseus (Lc 12:1); Paulo relacionou o fermento às coisas velhas, à maldade e à malícia (1Co 5:7-8); 5:7- É algo que pode estar oculto e se alastra rapidamente (Mt 13:33);Lançai fora o velho fermento, para que sejais uma novamassa, como sois de fato sem fermento. Porque Cristo, nossapáscoa, foi sacrificado por nós.Por isso, celebremos a festa, não com o fermento velho, nemcom o fermento da maldade e da malícia, mas com os asmosda sinceridade e da verdade (1Co 5:7-8).
  • 6. lkhdO pão asmo na Bíblia: É símbolo de pureza; Paulo relaciona o pão asmo à sinceridade e a verdade (1Co 5:8); Jesus dá um novo significado ao pão asmo, relacionando-o asmo, relacionando- ao Seu corpo, dado em favor de nós; A imagem do fermento demonstra que um“pecadinho” pode nos corromper totalmente (Gl 5:9); (Gl A Festa deve ser um período de consagração, com abusca da santificação em nossas vidas; Assim como a Festa dos Pães Asmos era celebradaimediatamente após a Páscoa, aquele que é redimidopelo sangue deve prosseguir imediatamente em seucaminho de santificação;
  • 7. lkhdFesta das Primícias Perspectiva Histórica A Festa ocorria “no dia imediato ao sábado” (Lv 23:12); Para a maioria dos autores, no 1º dia após o Shabat, na Shabat, semana da Festa dos Pães Asmos; Asmos; Na época de Cristo, a Festa das Primícias ocorreu no domingo, 17 de Nisan, data da ressurreição de Nisan, Jesus. A palavra “primícia” tem o significado de “primícia” “primeiros frutos”, a primeira parte da colheita;
  • 8. lkhd A Festa consistia na oferta de um molho dasprimícias da colheita, que seria movida pelosacerdote diante do Senhor (Lv 23:10-11); 23:10- Essa era a época da colheita da cevada, que era usada como alimento da população mais pobre e dos animais; A planta deveria ter crescido em campo comum e não em jardins ou hortos; Além do molho, eram oferecidos em sacrifício umcordeiro, ofertas de manjares (farinha amassadacom azeite) e uma libação de vinho (Lv 23:12-13); 23:12- As primícias simbolizavam a consagração de toda acolheita a Deus e serviam como um penhor datotalidade da colheita ainda a ser ceifada;
  • 9. lkhdO Costume Judaico A Festa dizia respeito à terra de Israel; portanto, os judeus deixaram de celebrá-la após o início da celebrá- diáspora; A Festa foi incorporada à Festa da Páscoa;
  • 10. lkhdSignificado Espiritual e Profético A Festa das Primícias se relaciona com a ressurreição de Cristo; Cristo é a primícia dos que dormem (1Co 15:20-23); 15:20-20 Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foifeito as primícias dos que dormem.22 Porque, assim como em Adão todos morrem, assimtambém todos serão vivificados em Cristo. Jesus ressuscitou no dia da Festa das Primícias;
  • 11. lkhd A MORTE E RESSURREIÇÃO DE JESUSSexta-feira (1o Dia) Sábado (2o Dia) Domingo (3o Dia) 15 de Nisan 16 de Nisan 17 de Nisan ceia 9h 15h18h 6h 18h 6h 18h 6h 18h
  • 12. lkhd As Primícias significam os primeiros passos do cristão e a apresentação de seus primeiros frutos: frutos dignos de arrependimento (Mt 3:8); (Mt A cevada era a primeira colheita do ano; o trigo, grão mais nobre, era colhido na época da Festa de Pentecostes; As Primícias falam da nova vida do cristão, após a sua morte para o pecado (Rm 6); (Rm Na Festa das Primícias se inicia um tempo de espera e expectativa pelo Pentecoste;6:5 Porque, se fomos plantados juntamente com ele nasemelhança da sua morte, também o seremos na da suaressurreição;6:8 Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também comele viveremos;
  • 13. lkhd Conclusão As Festas Bíblica são memoriais e seu valor não está na forma de celebrá-las mas em seu celebrá- significado espiritual; A celebração das Festas Bíblicas não deve ser motivo de discórdia, mas de edificação para a Igreja, segundo a fé de cada um;Quem distingue entre dia e dia, para o Senhor o faz; e quemcome, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem nãocome, para o Senhor não come, e dá graças a Deus (Rm 14:6)Portanto quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer,fazei tudo para a glória de Deus (1Co 10:31)
  • 14. lkhdBibliografia A Pessoa do Messias nas Festas Bíblicas Marcelo Miranda Guimarães, Ed. Ministério Ensinando de Sião; A Páscoa e a Ceia do Senhor Ministério Ensinando de Sião Festas de Israel Alfredo Edersheim, União Cultural Editora; Edersheim,
  • 15. lkhdAté a Próxima Terça-feira!!!!!

Festa dos pães sem fermento convocação


 Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo
           
I N T R O D U Ç Ã O 
   Em Êxodo 12.14, Jeová determinou que a Festa Páscoa teria que ser celebrada «anualmente», isto é, em todo dia 14 do «primeiro mês» (Abibe/Nisã), ver também os versos 6 e 18. Este memorial não era só para a Festa da Páscoa, mas também para a Festa dos Pães Asmos (Êx 12.15-20), a qual falamos em seguida. - No dia da libertação dos filhos de Israel do Egito, não houve tempo, tudo foi feito apressadamente. Entretanto, para as gerações futuras, Yahweh determinou que a Festividade tivesse a duração de sete dias; «Sete dias comereis pães asmos...» (v.15). Evidentemente, isso só poderia ser feito posteriormente, após a partida do Egito. Então, nota-se, que a Páscoa realizada no dia 14 de Abibe, no crepúsculo da tarde (Êx 12.6; Deut 16.6), assinalava o início da outra Festa chamada «Festa dos Pães Asmos», que começava no dia 15 e terminava no dia 21 à tarde (Êx 12.18; 13.7). Na verdade, os pães asmos, deveriam ser comidos a partir da tarde do dia 14 (vs.18). «...Sete dias se comerão pães asmos, e o levedado não se verá contigo, nem ainda fermento será visto em todos os teus termos» (Êx 13.7). Durante a semana da Festa dos Pães Asmos, o fermento (heb. seor , isto é, qualquer substância semelhante à levedura, capaz de produzir fermentação em massa de pão ou líquido) e qualquer coisa fermentada (heb. hamets, isto é, qualquer coisa fermentada ou contendo levedura) tinha que ser removida dos lares dos israelitas. - Em Êxodo 12.15 e 13.7,hamets e traduzido por «pão levedado», porém, o significado literal desse termo, é «coisa fermentada». Noutras palavras, nada que continha fermento devia ser encontrado entre eles, em hipótese alguma, «em todo teu território» (Êx 13.7 – ARA). A negligência e a desobediência a esta ordenança, traria punição ao culpado (vs.15). É sobre esta punição que trataremos em seguida.
  Punição  «Porque qualquer que comer cousa levedada, desde o primeiro dia até ao sétimo dia, essa pessoa será eliminada de Israel» (Êx 12.15 – ARA). A rejeição intencional e deliberada dos preceitos de Jeová resulta em julgamento Divino (v.19). O culpado era excluído do povo do concerto, ou, pela expulsão, ou pela morte (Êx 31.14). A punição era gravíssima; pois nas Escrituras, o fermento freqüentemente simboliza o pecado, a impureza, a podridão, a corrupção, a hipocrisia, as doutrinas falsas, e, enfim tudo o que corrompe e contamina o homem (Mat 16.6,11; Marc 8.15; Luc 12.1; 1 Cor 5.6-8). Veja mais sobre o Tipo de Pão da Santa Ceia É claro que nenhuma cerimônia (festa) religiosa tem valor para Yahweh, ser vier acompanhada do pecado humano (1 Cor 11.28.29). O povo israelita devia obedecer a Deus, caso contrário, o culpado era punido. Conosco também não é diferente, apesar sermos um povo de uma Nova Aliança, porém, não estamos isentos das nossas responsabilidades e obediência aos preceitos estabelecidos pelo Senhor Jesus Cristo.
            Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo
    Nos tempos do A.T., guardava-se a Páscoa separada da Festa dos Pães Asmos, apesar de terem íntima conexão. A Páscoa era celebrada na tarde do dia 14 do mês de Abibe ou Nisã (a Ceia Pascal era comida no início do dia 15, ou seja, na noite deste dia, pois o dia judaico começa às 18 horas, à tarde do dia 14, era dedicado ao sacrifício dos cordeiros pascais, bem como de outros preparativos, o qual falaremos mais adiante), enquanto que a Festa dos Pães Asmos começava no dia 15 de Abibe, e continuava durante «sete dias» (Êx 12.6; Lev 23.5,6). Juntas formavam uma Festa dupla. Nos tempos de Jesus, as Festas da Páscoa e dos Pães Asmos já eram tratadas como sendo uma somente (Luc 22.1). Isto se devia, sem dúvida alguma, ao fato de não haver intervalo entre as duas Festas, e também porque ambas celebravam a mesma libertação do Egito (Êx 12.1-28). Na verdade a Festa dos Pães Asmos era a continuação da Festa Páscoa. Durante estas acontecia o dia das primícias da cevada.
            Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo
    «E, ao primeiro dia [Abibe], haverá santa convocação; também, ao sétimo dia [Abibe], tereis santa convocação; nenhuma obra se fará neles, senão o que cada alma houver de comer; isso somente aprontareis para vós» (Êx 12.16). O «...primeiro dia...», isto é, 15 de Abibe ou Nisã, o primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, e, o «sétimo dia», 21 de Abibe, eram dias de Santas Convocações (assembléia). Ao começar a Festa havia uma convocação especial, essa providência dava ao evento um caráter muito solene e reverente, era uma reunião santa. Ao final da Festa, ao «sétimo dia», do mesmo modo, havia santa convocação, não sendo permitido nenhum tipo de obra. Era permitido apenas que fosse preparado o alimento necessário.  Vemos que certos dias ou períodos foram considerados, ou melhor, reservados como «santos» para os Filhos de Israel. Isto não se devia a alguma santidade intrínseca, ou inerentes dos próprios períodos de tempo. Era porque deviam ser épocas de observância especial na adoração ao Senhor Jeová. Aos reservar tais dias, Yahweh teve em mente o bem-estar, a adoração, a comunhão e a edificação espiritual do Seu povo. Estes dias de «santo congresso», eram considerados como um «Sábado semanal» (Lev 23.11). Por que, estes dias de santa convocação eras considerados como um Sábado semanal (o sétimo dia da semana)? Por que a palavra «Sábado» no grego é sabbaton, que significa «repouso», «cessação»; no hebraico éshabbath, dia santo judaico dedicado ao culto a Jeová e ao descanso. Estes dias solenes também eram dias de repouso, de alegria e adoração ao Senhor Yahweh, iguais ao Sábado semanal. Porém, havia uma distinção nos requisitos para o «Sábado semanal» regular e os «dias sabáticos» ou «santas convocações», relacionadas com as Festas (Lev 23.2). De modo geral, o «Sábado semanal» era mais restritivo; não se podia fazer nenhum trabalho pesado, ou outros serviços (exceto no santuário). Até mesmo ajuntar lenha ou acender fogo era proibido (Êx 35.2; Núm 15.32-36). Também se restringia às viagens; por exemplo; o maná tinha que ser apanhado em porção dupla no sexto dia da semana, para o dia seguinte, isto é, para o Sábado (Êx 16.22-30). Todavia, nos dias de «santas convocações», não podia haver trabalho laborioso, negócios ou atividades comerciais, mas, permitia-se cozinhar, fazer preparativos para as festas (Êx 12.16; Lev 23.7,8,21,35,36).
  As «Santas Convocações» eram feitas para cada sábado semanal (sétimo dia da semana), ver Lev 23.1-3; para o «primeiro» e «sétimo» dia da Festa dos Pães Asmos (Êx 12.16; Lev 23.6,7; Núm 28.18-25); para o dia da Festa das Semanas (Pentecostes – Lev 23.15-21); para o «primeiro» e «décimo» dia do sétimo mês (Etanim ou Tisri); o «primeiro dia» era a Festa das Trombetas (Núm 29.1); o «décimo dia», o grande Dia da Expiação (Núm 29.7; Lev 23.24-28,35); e para o «primeiro» e «oitavo» dia da Festa dos Tabernáculos, sendo também esta, chamada a Festa das Colheitas, uma vez que vinha no fim da sega do ano (Lv 23.34-36; Núm 29.36; Deut 16.13-17).
   É importante salientarmos, que estes «dias sabáticos» (dias de santas convocações), tinham vital valor para os israelitas, tanto que eles não levavam em conta o dia da semana em que caíssem estes dias, cessavam os seus trabalhos e aplicavam seus corações em adoração ao Senhor Jeová. Às vezes, dois sábados legais coincidiam-se no mesmo período de 24 horas e, este Sábado era chamado de «grande»; é o que ocorreu no Sábado seguinte da crucificação de Jesus Cristo, isto é, no Sábado 15 de Nisã. Diz a Escritura em João 19.31; «...visto como era a preparação, pois era grande o dia daquele sábado...» (ARA). A expressão «grande», não significa que era um sábado de 48 horas, como muitos chegam a entender; mas era considerado «grande», porque aquele «dia sabático» (1º dia da Festa dos Pães Asmos) caiu justamente num sábado semanal. Referia-se, a importância deste dia na vida dos israelitas. Todas as «santas convocações» (conforme citadas acima), eram comemorações festivas, exceto o Dia da Expiação, o único dia de jejum requerido pela Lei (Lv 16.31).
              Este é o site que proclama a voz do Espírito Santo
    «Dias das Primícias da cevada»; assim é chamada, porque era o dia em que os primeiros frutos da terra (isto é, os frutos maduros) eram apresentados ao Senhor Jeová (Lev 23.9-14). Os primeiríssimos frutos da estação. A palavra hebraica reshith (duma raíz que significa «cabeça»), é empregada no sentido de «primeira parte», «ponto de partida», ou «princípio» (Deut 11.12; Gên 1.1; 10.10); «o melhor» (Êx 23.19); e «primícias» (Lev 2.12). «Os primeiros frutos maduros» é a tradução da palavra hebraica bikkurím, que é empregada especialmente com referência a cereais e frutos. O termo grego para «primícias» é aparkhé, que provém duma raíz cujo significado básico é «primazia».
   Yahweh exigia da nação de Israel que fosse oferecido a Ele, todas as primícias, quer do gênero humano, quer dos animais, quer frutos da terra (Êx 22.29,30; 23.19; Prov 3.9). Devotar as primícias a Yahweh, seria a evidência do apreço dos israelitas pelas bênçãos divinas, sobre as suas terras e, os frutos destas. Seria expressão de gratidão ao doador de «toda boa dádiva» (Deut 8.6-10; Tiago 1.17).
   16 de Nisã – O Dia das Primícias da Cevada:  A Bíblia não revela claramente o dia exato do «dia das primícias». Mas como se sabe, o dia das Primícias é 16 de Nisã, no segundo dia da Festa dos Pães Asmos (Lv 23.9-14). A Bíblia diz em Levítico 23.11; «E ele moverá o molho perante Jeová, para que sejais aceitos; ao seguinte dia do sábado, o moverá o sacerdote» (grifo nosso). A expressão «...ao seguinte dia do sábado...», não significa que seria necessariamente o «primeiro dia» da semana (isto é, o Domingo), como aparentemente chegamos a entender. Entretanto, poderia acontecer que o dia das Primícias, caísse realmente num Domingo; como aconteceu no Domingo da ressurreição de Jesus Cristo (Luc 24.1-3). A citada expressão refere-se ao «segundo dia» da Festa dos Pães Asmos, ou seja, 16 de Nisã. Conforme já temos visto, o «primeiro» dia da Festa dos Pães Asmos (15 de Nisã) era designado como um «sábado semanal», logo «ao seguinte dia do Sábado» (isto é, o «dia sabático») seria 16 de Nisã ou Abibe. As Festas da Páscoa e dos Pães Asmos coincidiam-se com o «Dia das Primícias da Cevada». O significado profético destas Festas é muito lindo, e vieram a cumprir-se, na morte e ressurreição do Senhor e Salvador Jesus Cristos; veremos isso mais adiante.
   Não podemos confundir o «dia das Primícias», com a Festa das Semanas ou Festa das Primícias, conhecida como Pentecostes, a qual era celebrada no «50º dia» (Pentecostes nome este derivado do grego penteekostos, que significa «qüinquagésimo») contado a partir de 16 de Nisã (dia em que se oferecia o molho de cevada), ver (Êx 34.22; Lv 23.15,16). No calendário judaico, o Pentecostes, cai em 6 de Sivã (terceiro mês do calendário sagrado). Ocorria depois da colheita de cevada e no começo da colheita do trigo, que amadurecia depois da cevada (Êx 9.31,32).
    Ordenança para o Dia das Primícias:  No «segundo dia» da Festa dos Pães Asmos, 16 de Nisã, levava-se ao sacerdote um molho das primícias da colheita de cevada. A primeira safra a amadurecer na Palestina. «Quando houveres entrado na terra, que vos hei de dar, e segardes a sua sega, então, trareis um molho das primícias da vossa sega ao sacerdote» (Lev 23.10). Antes deste dia não se podia consumir nenhum cereal novo, nem pão ou grãos torrados da nova safra, mas, somente depois de um molho ser ofertado a Yahweh. «E não comerás pão, nem grãos torrados ou verdes, até ao dia em que trouxerdes a oferta ao vosso Deus» (Lev 23.14 ARA). Antes de tudo, os primeiros frutos deveriam ser ofertados a Yahweh, como gratidão.  O sacerdote oferecia as primícias simbolicamente ao Senhor Yahweh por mover um molho de cereais de um lado para outro. Segundo o Talmude Judaico, os movimentos das mãos faziam-se horizontalmente, de trás para frente, e da direita para a esquerda. Era oferecido também naquele dia, um cordeiro sem defeito, de um ano de idade, em holocausto ao Deus (Lev 23.12). Ainda fazia-se a oferta de manjares (isto é, oferta de cereais), como oferta queimada em cheiro suave a Deus, de cereais umedecidos com azeite, e uma oferta de vinho (Lev 23.13), vinho não-embriagante. Feito isto, Yahweh recebia a oferta das Primícias das mãos do sacerdote ofertante, daí em diante poderiam gozar dos cereais daquela cega, com a certeza de que ela já estava abençoada por Yahweh, o Deus de Israel.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

A quem defenda a comemoração do natal


Refutação bíblica e lógica ao texto
'10 Motivos Para Não Celebrar o Natal'


Engana-se quem pensa que os inimigos do Natal são apenas os cristofóbicos da Nigéria, do Sudão, do Egito, do Iraque, do Paquistão e do Irã ou os líderes autoritários de países de maioria muçulmana — como Islom Karimov, presidente do Uzbequistão, que acaba de proibir a celebração do Natal de Cristo em nome do Estado laico. 

Com a aproximação do dia 25 de dezembro, vemos em pregações e mensagens pela Internet líderes, pregadores e crentes em geral atacando a aludida celebração, como se ela fosse pagã e idolátrica. Mal começa dezembro, e alguns cristãos inimigos do Natal — que ironia! — já estão espalhando nas redes sociais textos e vídeos pelos quais satanizam o Natal, como se este trouxesse muitos males à cristandade. Neste artigo (talvez o último sobre o assunto, neste ano) refutarei pacientemente, item por item, o texto preferido dos evangélicos que se opõem ao Natal: “10 motivos para não celebrar o Natal”.

1. “A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo”.

Fiquei pensando: “O que os inimigos do Natal queriam, que Deus ordenasse: ‘Celebrai com júbilo o Natal de Cristo, todos os moradores da terra’?” Ora, nem tudo, nas Escrituras, é tratado por meio de mandamentos. A Bíblia é, também, um Livro de princípios, doutrinas, tipos, símbolos, parábolas, metáforas, profecias, provérbios, exemplos, etc. E um grande exemplo foi dado pelos anjos de Deus, que celebraram o Natal de Cristo, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14).

Se há cristãos fanáticos, a ponto de se apegarem à questiúncula de que não existe um mandamento específico para se celebrar o Natal, que parem também de comemorar o Dia do Pastor, o Dia da Bíblia, o Dia da Escola Dominical, o Dia de Missões, a Festa das Nações, o Ano de Gideão, o Ano de Davi, o Ano da Colheita, o Feriado da Visão, o Ano Apostólico, a Semana Profética, etc. Ah, e também parem de receber presentes de aniversário, pois não há nenhum mandamento bíblico para celebrarmos o nosso aniversário!

2. “Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Essa data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo; de acordo com o calendário judaico, Jesus nasceu em setembro ou outubro”. 


Façamos uma conjectura: digamos que, um dia, ocorra um grande avivamento no Brasil, e todos os poderes se convertam ao Evangelho. Conversões em massa acontecem. O Brasil se torna um país 100% evangélico! O governo, então, considerando que 12 de outubro é um feriado religioso, estabelece que essa data será o Dia de Louvor a Jesus Cristo! O leitor se revoltaria contra essa data, sob a alegação de que ela fora outrora consagrada à Senhora Aparecida?

Estudos minuciosos revelam que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Mas essa data é histórica e foi escolhida pela Igreja Católica Romana (casada com o Estado, à época), a fim de induzir os pagãos — que adoravam o sol — a celebrarem o nascimento de Cristo. Em outras palavras, a intenção do imperador romano foi boa! Considerando que já havia uma grande comemoração pagã no mesmo dia, ele induziu a todos a se lembrarem do dia natalício de Cristo na data que eles estavam acostumados a adorar um deus falso!

3. “A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor; e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não o prepara para Ele voltar”.


Será que eu entendi de modo correto? Pessoas se arvoram contra o Natal porque não existe um mandamento específico sobre essa celebração, mas, ao mesmo tempo, apegam-se a uma simbologia “forçada”, com base na festa dos tabernáculos, para se oporem ao Natal de Cristo? Ora, uma das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus é a encarnação do Verbo, isto é, o seu glorioso nascimento (Jo 1.14; 1 Tm 3.16). Aliás, a obra da redenção está em um tripé: nascimento do Senhor, sua morte e sua ressurreição (Gl 4.4; 1 Co 15.1-4). Ignorar o Natal de Cristo é deixar de valorizar uma parte de sua obra salvífica.

4. “O natal é uma festa que centraliza a visão no palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus, que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito”.


O Natal de Cristo, em si, não é uma festa de comida e bebida. São as pessoas do mundo sem Deus que só priorizam isso, em detrimento de real sentido da celebração em apreço. Quanto ao cristão que se preza, deve ser diferente das pessoas do mundo, a despeito de estar no mundo. Ele não se conforma com o modus vivendi das pessoas do mundo sem Deus (Rm 12.1,2), nem abraça o modo cada vez mais sincrético e consumista de se celebrar o Natal (cf. 1 Co 10.23-32).

Entretanto, a despeito de o Reino de Cristo ser preponderantemente espiritual, somos pessoas normais, que precisam comer, beber, dormir, trabalhar, participar de eventos festivos, etc. Segue-se que se alegrar com a família, no fim de dezembro, com um grande almoço ou jantar, glorificando a Cristo por seu Natal e sua obra vicária, como um todo, é lícito e conveniente ao cristão equilibrado.

5. “O natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão em que muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos”.


A afirmação acima é reducionista, visto que não pondera que o Natal de Cristo subsiste sem o aludido “culto comercial”. A Páscoa, por exemplo, não deixa de ser legítima em razão de ser aproveitada pelo mundo capitalista para explorar o consumismo. Se há uma celebração de Natal que prioriza o comércio, existe, também, uma celebração que prioriza Cristo! Segue-se que o motivo alegado para não celebrar o Natal de Cristo é, além de reducionista, generalizante e preconceituoso.

6. “O natal está baseado em culto a falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela Igreja Católica Romana, e esta, por sua vez, a recebeu do paganismo, de onde a receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira? O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio”.


Para início de conversa, o argumento acima despreza o fato de o Natal de Cristo preceder e transcender o paganismo que se infiltrou na Igreja Católica Romana. O nascimento do Senhor Jesus foi celebrado até pelos anjos, que exclamaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). E mais: os magos do Oriente adoraram o Menino, ofertando-lhe dádivas, em uma casa — e não na manjedoura —, cerca de dois anos após o seu nascimento, conforme análise cuidadosa de Mateus 2. Ou seja, o Natal de Cristo não é invenção dos pagãos, e sim uma celebração genuinamente cristã. 

Segue-se que nos lembrarmos do nascimento de Cristo, descrito na Bíblia, e glorificarmos a Deus por nos ter dado o seu Filho Unigênito é lícito e conveniente. Isso nada tem a ver com Roma, Babilônia, etc. Ademais, o fato de o Natal de Cristo ser celebrado também pela Igreja Católica Romana não o torna idolátrico ou pagão. Caso contrário, a missa, com a sua hóstia, tornaria a Ceia do Senhor igualmente idolátrica, não é mesmo?

7. “O natal não glorifica a Jesus, pois quem o inventou foi a Igreja Católica Romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida”.


Esse argumento também é reducionista, posto que ignora o fato de a idolatria ser uma condição do coração. Ela não é um pecado praticado de modo subjetivo. Celebrar o Natal de Cristo não implica idolatria. Esta, à luz do Novo Testamento, é uma ação objetiva, e não subjetiva. A idolatria é praticada de modo consciente. Nesse caso, dizer que o crente que celebra o Natal é idólatra não reflete julgamento segundo a reta justiça (Jo 7.24).

8. “Os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios)”.

Muita coisa que há no mundo tem ligação com o paganismo e a idolatria: comidas, festas, nomes de cidades, costumes, etc. O cristão não precisa ser paranoico quanto a isso. A ele basta ser fiel ao seu Deus, não tomando parte ativa e conscientemente do culto aos deuses. Lembro o leitor, mais uma vez, de que a idolatria é praticada de modo objetivo, e não subjetivo. Opor-se ao Natal por causa dos enfeites cuja origem está ligada ao paganismo e praticar outras coisas de origem pagã é o mesmo que coar mosquitos engolir camelos (Mt 23).

O cristianismo verdadeiro não é fanatizante, como as religiões e seitas pseudocristãs e extremistas, que proíbem doação de sangue, ingestão de determinados tipos de alimento, participação em festas, casamento no templo, trabalho em determinado dia da semana, etc. Somos livres em Cristo (1 Co 10.23-32). Reprovar e até proibir a celebração do Natal de Cristo por causa de Papai Noel, duendes, gnomos, decorações natalinas e outras coisas mundanas é característica de um pseudocristianismo desequilibrado (cf. Ec 7.16,17).



Se quisermos abraçar o legalismo, não podemos falhar em nenhum ponto da lei. Então, pergunto: O crente que se opõe ao Natal de Cristo por causa dos elementos pagãos e consumistas, mencionados neste artigo, também deixa de consumir bolo de aniversário, em razão de sua origem pagã? O que ele pensa sobre o vestido de noiva, o terno e a gravata, as construções que ele visita e as ruas da cidade por onde ele anda? Quase nada, neste mundo, tem origem cristã...

 
A Verdade sobre o Natal
Editora Restauração  
 
INTRODUÇÃOEra noite. As crianças haviam montado o presépio e aguardavam ansiosamente pela vinda do Papai Noel carregado de presentes. Ao amanhecer do dia 25 de Dezembro, encontraram uma grande quantidade de pacotes com brinquedos e doces debaixo de uma cintilante árvore de Natal! Seus pais lhes disseram que todos aqueles presentes foram trazidos por Papai Noel durante a noite enquanto dormiam.
Por a caso as crianças duvidaram daquilo que seus pais lhes disseram? Claro que não! A você não sucedeu o mesmo?
Poucas pessoas se detêm a pensar porque crêem, ou porque observam costumes. A maioria de nós aprende a aceitar tudo sem vacilar.
Porque sucede isto?
Por natureza, temos tendência de fazer o mesmo que fazem os demais… embora estejam errados. Não devemos aceitar esta tendência, antes devemos examinar o que estamos fazendo e para onde estamos indo.
Qual foi a origem do Natal?
É o Natal realmente a celebração do nascimento do Senhor Jesus Cristo? Nasceu o Senhor Jesus Cristo em 25 de Dezembro?
Os Apóstolos que conheceram o Senhor Jesus e foram pessoalmente instruídos por Ele, celebraram Seu aniversário em 25 de Dezembro? Se o Natal é a festa mais importante do cristianismo, porque tantas pessoas que não são cristãs a comemoram?
Porque é época de trocar presentes com parentes e amigos? Tem este costume origem nos magos que presentearam o menino Jesus? As respostas podem nos surpreender.
A maioria das pessoas supõe muitas coisas acerca do Natal, coisas que realmente não são certas; não fiquemos nas suposições, busquemos fatos.
O QUE DIZEM AS ENCICLOPÉDIAS
A festa de Natal tem sua origem na Igreja Católica Romana e desta se estendeu ao protestantismo e ao redor do mundo.
Em que se inspirou a Igreja Católica? Não foi nos ensinamentos do Novo Testamento. Não foi na Bíblia nem nos Apóstolos que haviam sido instruídos pessoalmente pelo Senhor Jesus. O Natal se introduziu na Igreja durante o século IV proveniente do paganismo.
Posto que a celebração do Natal foi introduzida no mundo pela Igreja Católica Romana e não tem outra autoridade senão ela mesma, vejamos o que diz a Enciclopédia Católica (edição de 1911): “A festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja… os primeiros indícios dela são provenientes do Egito… os costumes pagãos relacionados com o princípio do ano se concentraram na festa do Natal”.
Na mesma Enciclopédia encontramos que Orígenes, um dos chamados pais da Igreja, reconheceu a seguinte verdade: “… não vemos nas Escrituras alguém que tenha celebrado uma festa ou celebrado um grande banquete no dia de seu natalício. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia em que nasceram neste mundo”.
A Enciclopédia Britânica, edição de 1946 diz: “O Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja…” Não foi instituída pelo Senhor Jesus Cristo nem pelos Apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo.
A Enciclopédia Americana, edição 1944 diz: “O costume do cristianismo era celebrar não o nascimento de Jesus Cristo, mas Sua morte. (A comunhão, instituída por Jesus no Novo Testamento é a comemoração de Sua morte). Em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século quarto. No século quinto, a Igreja Ocidental deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento do deus Sol, já que não se conhecia a data de nascimento de Cristo.”
Tomemos nota deste fato importante. Estas autoridades históricas demonstram que durante os primeiro três séculos da nossa era, os cristãos não celebravam o Natal. Esta festa foi introduzida na Igreja Romana no século quatro e, somente no século quinto, foi estabelecida oficialmente como festa cristã.
“Papai Noel” em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantêm enganados sobre
o “espirito do Natal”. Os Jornais onde são publicados estes anúncios trazem editoriais que exaltam e elogiam a festividade pagã e seu “espírito”. As pessoas crédulas estão tão convencidas que muitas se ofendem ao conhecerem a verdade. Porém o “espírito natalino” é revivido cada ano, não para honrar ao Senhor Jesus Cristo, mas para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como “anjo de luz”, algo aparentemente bom.
Denominamo-nos como nação cristã, porém sem saber estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse 18:4 nos adverte: “Sai dela, povo meu, para que não sejais participantes de seus pecados, nem recebais parte de suas pragas”.
O SENHOR JESUS NÃO NASCEU NO DIA 25 DE DEZEMBROO Senhor Jesus Cristo nem sequer nasceu na época do ano em que se comemora o Natal! Quando Ele nasceu “Haviam pastores no campo, que velavam e guardavam seus rebanhos durante as vigílias da noite” (Lucas 2:8). Isto jamais pôde acontecer na Judéia no mês de Dezembro. Os pastores tiravam seus rebanhos dos campos em meados de Outubro e os guardavam para protegê-los do inverno que se aproximava, tempo frio e de muitas chuvas. A Bíblia mesmo prova, em Cantares 2:11 e Esdras 10:9,13, que o inverno era época de chuvas, o que tornava impossível a permanência dos pastores com seus rebanhos à noite no campo.
“Era um antigo costume dos judeus daqueles tempos levar seus rebanhos aos campos e desertos nas proximidades da Páscoa (em princípio da primavera) e trazê-los novamente para casa ao começarem as primeiras chuvas”. (Adam Clark Commentary, vol.5, página 370).
É também pouco provável que um recenseamento fosse convocado para a época de chuvas e frio (Lucas 2:1).
Qualquer enciclopédia ou outra autoridade pode confirmar o fato de que o Senhor Jesus não nasceu em 25 de Dezembro. A Enciclopédia Católica o disse claramente.
A data do nascimento do Senhor Jesus Cristo é totalmente desconhecida. Isto é reconhecido por todas as autoridades. Se fosse da vontade de Deus que guardássemos e celebrássemos o aniversário do Senhor Jesus Cristo, Ele não haveria ocultado esta data.
COMO ESTA FESTA SE INTRODUZIU NA IGREJA?
The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religiosos de Shaff-Herzog) explica claramente em seu artigo sobre o Natal: “Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de Dezembro), que seguiu a Saturnália (17 a 24 de Dezembro) e comemora o dia mais curto do ano e o nascimento do deus sol. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas aos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã. Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma da sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristão da Mesopotâmia acusavam a seus irmão ocidentais de idolatras e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã”.
Recordemos que o mundo romano havia sido pagão. Antes do século quarto os cristãos eram poucos, embora estivessem aumentando em número, eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino no século quarto, que se declarou cristão, elevando o cristianismo a um nível de igualdade com o paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.
Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de Dezembro. Era uma festa de alegria muito especial. Agradava ao povo. Não queriam suprimi-la.
O artigo já citado da The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge explica como o reconhecimento do dia de domingo por parte de Constantino, dia em que os pagãos adoravam o sol, e como a influência do maniqueismo, que identifica o Filho de Deus com o sol, deram motivos aos pagãos do século quatro, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptar a festa do dia 25 de Dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando o título de dia do nascimento do Filho de Deus.
Assim foi como o Natal foi introduzido em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo em espírito a festa pagã de culto ao sol. Apenas mudou o nome. Podemos chamar de leão a uma lebre, mas nem por isto não deixa de ser lebre. A Enciclopédia Britânica diz: “A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de Janeiro para 25 de Dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol… os sírios e os armênios, apegando-se a data de 6 de Janeiro, acusavam os romanos de idolatria e adoradores do sol, sustentando que a festa de 25 de Dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto.”
A VERDADEIRA ORIGEM DO NATALTemos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi a sua verdadeira origem?
O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupto chamado Babilônia e, como tal, é censurado nas profecias e ensinamentos bíblicos. Tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode! Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!
Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo desde então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Ninive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode se deriva da palavra “marad”, que significa “rebelar”.
De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o mundo desde tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe cujo nome era Semiramis. Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semiramis, propagou a perversa doutrina de reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de Dezembro. Aqui está a verdadeira origem do Natal.
Semiramis se converteu em “rainha do céu” e Ninrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idolatra, Ninrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus sol. Neste falso sistema babilônico, a “mãe e filho” (Simiramis e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração da “mãe e do filho” se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente na Madona muito antes do nascimento do Senhor Jesus Cristo!
Nos séculos quarto e quinto os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “cristianismo” levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os sob nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a idéia da “mãe e filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.
Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem escutado e aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado. Não duvida. Jamais se detém para investigar se este costume tem sua origem na Bíblia ou na idolatria pagã.
Assombramo-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, Deus ordena a seus ministros fiéis: “clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz e anuncia ao povo a sua transgressão.” (Isaías 58:1).
A verdadeira origem do Natal está na Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde a muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de Dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebraram esta data antes do nascimento do Senhor Jesus Cristo.
O Senhor Jesus Cristo, o verdadeiro Messias, não nasceu dia 25 de Dezembro. Os Apóstolos da Igreja primitiva jamais celebraram o natalício do Senhor Jesus nesta data e em nenhuma outra. Não existe na Bíblia ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de observar a data da Sua morte (I Corintios 11:24-26; João 13:14-17; Eclesiastes 7:1).
Assim foi, como os “mistérios dos caldeus”, inventado pela esposa de Ninrode nos foi legado, com novos nomes cristão, pelas religiões pagãs.
OUTROS COSTUMES PAGÃOS
Além dos tradicionais costumes natalinos de cada povo, tem se adotado outros que são de origem pagã. A corda verde adornada com fitas e bolas coloridas que enfeitam as portas de tantos lares é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro “Answer and Questions” (Respostas e perguntas): “Se remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para festividades que se celebrava ao mesmo tempo do Natal. A árvore de Natal vem do Egito e sua origem é anterior a era cristã”.
Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, quando este se extinguia para dar lugar à noite.
Papai Noel é o São Nicolau, bispo católico do século quinto. A Enciclopédia Britânica, 11ª edição, vol. 19, página 648-649, diz: “São Nicolau, bispo de Mira, santo venerado pelos gregos e latinos em 6 de Dezembro… conta-se uma lenda segundo a qual presenteava ocultamente as três filhas de um homem pobre…. Deu origem ao costume de dar em segredo na véspera do dia de São Nicolau (6 de Dezembro), data que depois foi transferida para o dia do Natal. Daí a associação do Natal com São Nicolau….”.
Os pais castigam seus filhos por dizerem mentiras, porém ao chegar
o Natal eles mesmos se encarregam de contar-lhes a mentira do “Papai Noel”, os “Reis Magos” e o “Menino Deus”! Por isso não é de estranhar que ao chegarem a idade adulta também creiam que Deus é um mito.
Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também vou me informar acerca do tal Jesus Cristo”.
É cristão ensinar às crianças mitos e mentiras? Deus disse: “Não enganareis nem mentireis um para o outro” (Levítico 19:11).
Ainda que à mente humana pareça bem e justifique, Deus também disse: “Há caminhos que ao homem parecem direito, porém, o seu fim é caminho de morte” (Provérbios 16:25).
Estudando estes fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, em realidade, não é costume cristão mas, sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!
O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE A ÁRVORE DE NATAL?
Em Jeremias 42:2-6, Isaías 44:14-17 e Deuteronômio 16:21, vemos que os povos, desde a antigüidade, possuíam o mau-hábito de utilizar a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria.
Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto doméstico. O pinheiro – símbolo natalino – possui a mesma conotação.
É BÍBLICO A TROCA DE PRESENTES?Para algumas pessoas este é o ponto mais importante de tudo o que se refere a comemoração do Natal: a época de comprar e trocar presentes. A respeito, muitos exclamarão: ”para isto sim temos autorização bíblica! Acaso o Senhor Jesus Cristo ao nascer não recebeu presentes dos magos?”
Novamente a verdade surpreenderá. Primeiro vejamos a origem da história do costume de dar presente de Natal para depois ver o que diz a Bíblia a respeito.
Citamos o seguinte da Biblioteca Sacra, vol. 12, páginas 153-155: “A troca de presentes entre amigos é característico tanto do Natal como da Saturnália e os cristãos seguramente a tomaram dos pagãos como demonstra com clareza o conselho de Tertuliano”.
A verdade é que o costume de trocar presentes durante a época natalina, não tem absolutamente nada a ver com o cristianismo! Ainda que nos pareça estranho, ele não celebra o nascimento do Senhor Jesus Cristo nem O honra! Suponhamos que alguma pessoa a quem você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os demais amigos, omitindo a pessoa a quem deveria honrar? Não parece absurdo deste ponto de vista?
Contudo, isto é o que precisamente as pessoas fazem em todo o mundo. Observam um dia em que o Senhor Jesus Cristo não nasceu, gastando muito dinheiro em presentes para parentes e amigos. Porém, anos de experiência nos ensinam que os cristãos confessos se esquecem de dar algo ao Senhor Jesus Cristo e a sua obra no mês de Dezembro. Este é o mês do ano que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão ocupadas trocando presentes natalinos que não se lembram do Senhor Jesus Cristo nem de Sua obra. Depois, durante Janeiro e Fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no Natal, de modo que muitos, no que se refere ao apoio que dão ao Senhor Jesus Cristo e Sua obra, não voltam a normalidade até Março.
Vejamos o que a Bíblia diz em Mateus 2:1,11 com respeito aos presentes que levaram os magos quando o Senhor Jesus nasceu: “Quando Jesus nasceu, em Belém da Judéia nos dias do rei Herodes, vieram uns magos do oriente a Jerusalém, dizendo: Onde está o rei dos Judeus que é nascido?… e ao entrar na casa, viram o menino com sua mãe Maria e prostrando-se o adoraram; e abrindo seus tesouros ofereceram-lhe presentes: ouro, incenso e mirra”.
PORQUE LEVARAM PRESENTES?Notem que os magos perguntaram pelo menino Jesus nascido rei dos judeus. Porém, porque lhe levaram presentes? Por ser o dia do Seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram vários dias depois do Seu nascimento. Então não trocaram presentes com seus amigos e familiares, nem entre eles mesmos!
Por que? O mencionado comentário bíblico de Adam Clark, vol. 5, página 46, diz: “Versículo 11 (ofereceram-lhe presentes). No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Velho Testamento e ainda persiste no Oriente e em algumas ilhas do Pacífico Sul”.
Aí está. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de trocar presentes para honrar o nascimento do Senhor Jesus Cristo! Procederam de acordo com um antigo costume oriental que consistia em levar presentes ao apresentar-se à presença do Rei dos judeus. Portanto, levaram ofertas da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão e assim como levam aqueles que hoje visitam a um chefe de estado.
O costume de dar presentes de Natal nada tem a ver com este acontecimento, é apenas a continuação de um antigo costume pagão.
HONRA A CRISTO REALMENTE?
Agora vejamos um argumento utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal.
Há quem insista em que apesar de suas raízes em um costume pagão, agora não se observa o Natal para honrar um falso deus, deus sol, senão para honrar ao Senhor Jesus Cristo.
O que nos diz a Palavra de Deus a respeito? “… não te enlaces após elas (nações pagãs) em imitá-las; e nem perguntes acerca dos seus deuses, dizendo, do mesmo modo também farei eu. Não farás assim ao Senhor teu Deus, porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que odeia, fizeram eles aos seus deuses…” (Deuteronômio 12:30-31).
Desta maneira o profeta Jeremias nos adverte com respeito aos costumes tradicionais da sociedade que nos rodeia: “Assim diz o Senhor: Não aprendais os caminhos dos gentios (pagãos)… Porque os costumes dos povos são vaidade… “(Jeremias 10:2-3).Deus disse-nos claramente em seu manual de instruções – a Bíblia – que não aceitará este tipo de culto ainda que seja com a intenção de honra-lo. Disse-nos que isto é abominável e, portanto não O honra senão aos falsos deuses pagãos. Deus não quer que O honremos “como nos orienta a nossa própria consciência”. O Senhor Jesus Cristo disse claramente: “Deus é Espírito; e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade” (João 4:24). O que é verdade? O Senhor Jesus disse que sua Palavra, a Bíblia, é a verdade (João 17:17). A Bíblia diz que Deus não aceitará o culto de pessoas que, querendo honrar ao Senhor Jesus, adotem um costume pagão.
Novamente, o Senhor Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15:9). A comemoração do Natal é um mandamento de homens e isto não agrada a Deus. O Senhor Jesus Cristo disse também: “E assim invalidastes, pela vossa tradição o mandamento de Deus” (Mateus 15:6).
Isto é precisamente o que fazem hoje milhões de pessoas. Desprezam o mandamento de Deus. Seu mandamento com respeito a celebração de tradições pagãs para honrar e adorar a Deus é claríssimo; “Não farás assim ao Senhor teu Deus, porque tudo o que é abominável ao Senhor, o que ele odeia, fizeram eles aos seus deuses” (Deuteronômio 12:31). Sem dúvida, a maioria das pessoas invalida este mandamento seguindo a tradição dos homens ao comemorarem o Natal.
Não nos enganemos! Deus nos permite desobedecer. Permite-nos seguir os costumes dos homens. Permite-nos pecar. Porém também nos adverte que haverá um dia de juízo em que colheremos o que plantamos! O Senhor Jesus Cristo é a Palavra Viva e pessoal de Deus, e a Bíblia é a Palavra de Deus escrita. Por essa Palavra seremos julgados para toda a eternidade! Não devemos ignorá-lo nem desprezá-la.
ESTAMOS NA BABILÔNIA SEM SABERMOS
O Natal tem sido convertido em uma festa comercial, sustentada em parte pelas companhias e campanhas publicitárias. Em muitos lugares vemos a um “Papai Noel” em disfarce. Os anúncios publicitários nos mantêm enganados sobre
o “espirito do Natal”. Os Jornais onde são publicados estes anúncios trazem editoriais que exaltam e elogiam a festividade pagã e seu “espírito”. As pessoas crédulas estão tão convencidas que muitas se ofendem ao conhecerem a verdade. Porém o “espírito natalino” é revivido cada ano, não para honrar ao Senhor Jesus Cristo, mas para vender mercadorias! Como todos os enganos de Satanás, o Natal também se apresenta como “anjo de luz”, algo aparentemente bom.
Denominamo-nos como nação cristã, porém sem saber estamos realmente na Babilônia, tal como predisse a Bíblia. Apocalipse 18:4 nos adverte: “Sai dela, povo meu, para que não sejais participantes de seus pecados, nem recebais parte de suas pragas”.
AFINAL A BÍBLIA MOSTRA QUANDO NASCEU O SENHOR JESUS?
Sim, podemos através de alguns detalhes bíblicos, citar cronologicamente o nascimento do Senhor Jesus e verificar que o Seu nascimento foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento – a festa dos Tabernáculos.
O Senhor Jesus nasceu na festa dos Tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do sétimo mês (Etenim) do calendário judaico que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos ou Cabanas, significava Deus habitando com Seu povo. Foi instituída por Deus como memorial, para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou no Tabernáculo no meio de Seu povo (Levítico 23:39-44; Neemias 8:13-18).
No Evangelho de João capítulo 1, versículo 14, vemos que o Verbo (Cristo) habitou entre nós. Esta palavra no grego é skenoo – tabernaculou; isto é, a festa dos Tabernáculos cumprindo-se no Senhor Jesus Cristo, o Emanuel (Isaías 7:14) que significa Deus conosco. No Senhor Jesus Cristo se cumpriu não apenas a festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mateus 26:2; I Coríntios 5:7), e a festa do Pentecoste, quando enviou o Espírito Santo sobre a igreja. (Atos 2:1).
Vejamos nas Escrituras alguns detalhes que nos ajudarão a situar cronologicamente o nascimento do Senhor Jesus: os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 15 dias ou seja 24x15=360 dias ou um ano (I Crônicas 24:1-19); o oitavo turno pertencia a Abias (I Crônica 24:10); o primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico – mês de Abide (Êxodo 12:1-2; Deutronômio 16:1; Êxodo 13:4); temos a seguinte correspondência de calendário:
 
MêsNomeTurnoReferência bíblica
1Abide ou NisãMarço
1 e 2
Êxodo 13:4; Ester 3:7
2ZiveAbril
3 e 4
I Reis 6:1
3SivãMaio
5 e 6
Ester 8:9
4TamuzJunho
7 e 8 (Abias)
Jeremias 39:2; Zacarias 8:19
5AbeJulho
9 e 10
Números 33:38
6ElulAgosto
11 e 12
Neemias 6:15
7Etenim ou TisriSetembro
13 e 14
I Reis 8:2
8BulOutubro
15 e 16
I Reis 6:38
9ChisleuNovembro
17 e 18
Esdras 10:9 ; Zacarias 7:1
10TebeteDezembro
19 e 20
Ester 2:16
11SebateJaneiro
21 e 22
Zacarias 1:7
12AdarFevereiro
23 e 24
Ester 3:7


Comecemos por Zacarias, pai de João Batista. Ele era sacerdote e ministrava no templo durante o “turno de Abias” (Lucas 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa estéril, concebeu João Batista (Lucas 1:23-24). Portanto João Batista foi gerado no fim do mês de Tamuz ou início do mês Abe. Agora um dado muito importante: O Senhor Jesus foi concebido seis meses depois (Lucas 1:24-38). Portanto o Senhor Jesus foi concebido no fim de Tebete ou início de Sebate.
Visto estes detalhes nas Escrituras, chegamos à conclusão que João Batista foi gerado em fins de Junho ou início de Julho, quando Zacarias voltou para casa após seu serviço no templo. O Senhor Jesus Cristo foi concebido seis meses depois, no fim do mês de Dezembro ou início de Janeiro. Ele não nasceu em Dezembro ou início de Janeiro. Ele não nasceu em Dezembro como diz a tradição, mas foi gerado nesse mês. Nove meses depois, no final do sétimo mês (Etenim), Setembro do nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar com Seu povo. Nasceu o Senhor Jesus!
Deus tabernaculou com seu povo. Nasceu o Emanuel Deus habitando conosco. Amém.
Confira também o artigo Uma Palavra Sobre o Natal. por Luiz Fontes

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quando o povo reconhece quem é Deus


Isaías 64:1-12

1 - OH! se fendesses os céus, e descesses, e os montes se escoassem de diante da tua face,

2 - Como o fogo abrasador de fundição, fogo que faz ferver as águas, para fazeres notório o teu nome aos teus adversários, e assim as nações tremessem da tua presença!

3 - Quando fazias coisas terríveis, que nunca esperávamos, descias, e os montes se escoavam diante da tua face.

4 - Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera.

5 - Saíste ao encontro daquele que se alegrava e praticava justiça e dos que se lembram de ti nos teus caminhos; eis que te iraste, porque pecamos; neles há eternidade, para que sejamos salvos?

6 - Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.

7 - E já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenhas; porque escondes de nós o teu rosto, e nos fazes derreter, por causa das nossas iniqüidades.

8 - Mas agora, ó SENHOR, tu és nosso Pai; nós o barro e tu o nosso oleiro; e todos nós a obra das tuas mãos.

9 - Não te enfureças tanto, ó SENHOR, nem perpetuamente te lembres da iniqüidade; olha, pois, nós te pedimos, todos nós somos o teu povo.

10 - As tuas santas cidades tornaram-se um deserto; Sião está feita um deserto, Jerusalém está assolada.

11 - A nossa santa e gloriosa casa, em que te louvavam nossos pais, foi queimada a fogo; e todas as nossas coisas preciosas se tornaram em assolação.

12 - Conter-te-ias tu ainda sobre estas coisas, ó SENHOR? Ficarias calado, e nos afligirias tanto?

 

 

O povo reconhece os feitos maravilhosos de Deus.

Reconhece que não há outro deus além dEle

Enumera os feitos do Senhor e declara a Sabedoria de Deus.

Dizem que quando Deus desce até as  montanhas se derretem e se tornam como água fervendo.

Reconhece que são pecadores e que tem feito coisas que desagradam o coração de Deus.

Busca entre o povo alguém que tenha coragem para chegar diante do Senhor e pedir perdão pelos seus pecados.

Clamam para que Deus não fique irado para sempre com eles,mas que os perdoem e se lembre que são seu povo.

Falam do templo que seus pais usavam para adorar à Deus e que agora está destruído.

 

 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Anjo que colhe as nossas orações



Apocalipse 8:1

Quando Jesus abriu o sétimo selo ouve silencio no céu por quase meia hora. O sétimo anjo foi lhe dado trombetas. Outro anjo que trazia um incensário de ouro aproximando-se se colocou em pé junto ao altar.

A ele foi dado um incensário para oferecer com a oração de todos os Santos sobre o altar de ouro diante do trono. E diante da mão do anjo subiu a fumaça do incenso com as orações dos santos então o anjo pegou o incensário encheu-o com fogo do altar e lançou-o sobre a terra e houve trovão, relâmpagos e um terremoto.

Vejamos Jesus abriu o sétimo selo.

O sétimo anjo foi lhe dado trombetas.

Outro anjo trazia incensário de ouro, ele se aproximou do altar e lhe foi dado incensário para: OFERECER COM AS ORAÇÕES DE TODOS OS SANTOS SOBRE O ALTAR DE OURO DIANTE DO TRONO.

Subiu a fumaça com as orações dos santos.

O anjo pegou o incensário encheu-o com fogo do ALTAR e lançou-o sobre a terra e houve trovão,relâmpagos e um terremoto.

Queridos não entendo muito sobre Apocalipse, mas o texto acima me traz uma forte revelação e simples: As orações dos Santos (separados por Deus e para Deus) são levadas diante do Trono de Deus,e isso pra mim é o bastante,mas diz mais que um anjo é responsável por elas para as apresentar e queima-las.

Aleluia, Glória à Deus por todas as orações feitas por santos,pessoas que não pensam em seu belo prazer,mas em almas,pessoas que não pensam em suas casas (no sentido construção) mas na casa de Deus,que oram incessantemente pelos enfermos,feridos,abatidos ,para que tenham o consolo.

Aleluia pelo ministério de interseção ,eu amo vocês mulheres, meninas,jovens de oração.Que a Graça de Deus Pai, e o Amor de Cristo Jesus, e a Doce comunhão do Espírito Santo estejam com todos vocês.   

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

As recompensas esperam por você

2 João 8 Acautelai-vos , para não perderdes aquilo que temos realizado com esforço,mas para receberdes completo galardão
Honra embora seja uma virtude quase extinta no século XXI este conceito ainda tem o poder de nos comover.
João era um homem velho ,com aproximadamente um século de idade quando escreveu essas palavras,Ele compartilhou o seu discernimento,adquirido a duras penas ,para que hoje fôssemos beneficiados,João tinha conquistado a vantagem que alcançam os homens e as mulheres que vivem muito bém.É o destino que se alcança quando se percorre  fielmente o caminho da vida a fim de cumprir sua vocação ,um lugar de segurança e força,algo que chamamos de unção de avô e avõ ,quando eles falam as pessoas sábias param para ouvir e aprender.
São pessoas que conseguem discernir o cerne da questão sem muito esforço, não ficam debatendo ao redor de algo,nem perdem tempo com o que não é importante.Em segundo lugar ,eles dizem muito com pouquíssimas palavras.Em terceiro as palavras que eles escolhem são precisas e de peso.
João nos fala sobre perder algo que foi conquistado com esforço, e isso nos deixa um tanto preocupados;
Conta uma certa ilustração sobre um homem que se empenhou em limpar o seu campo tirando as pedras e pedaços de tronco que poderiam impedir o solo de produzir uma colheita perfeita,isso tudo feito no calor do dia..Depois de limpo ele ara a terra e cultiva a terra,preparando-a para receber a semente.Depois que o campo estã semeado, ele se esforça para manter as condições ideais para que a sua palntação floresça,fertilizando,arrancando as ervas da ninhas,e regando as suas sementes.As  plantas brotam e o seu trabalho continua enquanto ele protege o campo das pragas e de tudo o que possa arruina-lo.Então ,quando faltam algumas semanas para a colheita ele fica canssado e desiste.Todo trabalho foi inútil,pois ele perde toda a sua produção por causa de sua negligência final,Ou talvez uma tempestade estivesse ameaçando chegar,ele viu os sinais,mas se recusou  a agir, e esse erro lhe custou-lhe a colheita.
Que perda de tempo,dinheiro,trabalho e recursos apenas para vacilar no momento da concretização.
Não perca a sua herança cuidado.
 

sábado, 27 de outubro de 2012

Aceitar seu esposo é uma atitude de perdão todos os dias

Aceitação: A capacidade de perdoar
Não é possível escapar da realidade de que,por mais afinalidades que um casal tenha entre si,haverá algum fator,talvez mínimo,agente causador de irritabilidade,divergência,contrariedade.
Como lidar com esse problema?
Há umm pequeno versículo da bíblia ,que diz : “Mas sede benígnos uns para com os outros,misericordiosos,perdoando-vos uns aos outros,como também Deus nos perdoou por Cristo “ Efésios 4:32
Òtimo mas ao transportar esta concepção para o casamento é preciso trazer uma série de conceitos.
A convivência dos casais seria bem mais tranquila e harmoniosa se estes entendessem que nem sempre um estará agradando ao outro em tudo.as diferenças individuais devem ser respeitadas.Jamis o homem ou a mulher conseguirão fazer absolutamente tudo para preencher as expectativas de seu conjugê,para agrada-lo totalmente.
O segredo do entendimento está na aceitação.Aceitar-se mutuaamente vem como consequencia de aceitação.Deve-se faze-lo,pois,ser amável,agradável com o conjugê,causa imensa satisfação.Enfim,quando um tenta alegrar,satisfazer,agradar o outro,apesar das diferenças de personalidades,hábitos,idéias,etc...,o amor é muito mais concreto e evidente.
Para compreendermos melhor o processo de aceitação que acontece entre os casais,considere o que ocorre quando um é ofendido.Duas reações podem ser identificadas:
1- Uma decisão é tomada
2- Uma emoção é provocada.
 
tirado do livro de jayme kemp

A comparação entre um amigo e a Presença de Deus

No Livro a Casa Favorita de Deus se você construir Ele virá , exixte um capítulo onde ele conta a história sobre um amigo da universidade e que tem vários amigos em comum, esse por sua vez sofre de uma doença chamada Obesidade Morbida.
Ele conta que as vezes esse amigo vem visita-lo ,mas que fica na porta da sala e não chega a entrar.Um certo dia esse amigo convidou o Tomy para dar um passeio e abriu seu coração,ele contou que sente muita saudade dos amigos da universidade e que vai visita-los como faz com ele,mas que quando chega na porta da sala percebe que não existe lá nenhum móvel forte o suficiente para suportar seu peso,e como um dia ele chegou a se constranger ao quebrar um sofá,ele nem tenta sentar.Mas confiandenciou que ele pensou nos amigos durante o mês,ma os amigos não lembraram dele ao ponto de construir um móvel resistente, forte , durável o bastante que suporta-se seu peso, então ele apenas chega até a porta e fala um oi, ou troca algumas palavras e depois vai embora,essa história comoveu muito Tomy,mas ele levou ela para também a dimensão espiritual.
Pensou em como a Presença de Deus é Pesada, e como nossos corpos humanos são cheios de coisas e não suportariam toda a glória de Deus.
Então ele pensa será que algum ser humano está pensando em Deus hoje ,esta semana,este mês,para construir um templo uma casa, um corpo que suporte toda a Glória Pesada de Deus, ou será que mais umavez Deus virá até a porta e falará algumas palavras, só pra matar a saudade de nós?
Pense nisso, o que temos feito com o nosso corpo?Temos nos mantido Santos,temos cuidado dele,para que a Glária de Deus possa pousar nele?

HONRANDO LÍDERES DOMÉSTICOS

Agora vamos voltar nossa atenção à família.Começarei falando dos filhos.As escrituras nos dizem" Honra teu pai e tua mãe (que o primeiro mandamento com promessa),para que te vá BEM, e sejas de longa VIDA na terra " (Efésios   6 : 2-3)
Honrar nossos pais não é uma sugestão,nem uma recomendação,mas um mandamento.Será que alguns se esqueceram que,como crentes do Novo Testamento,devemos guardar os mandamentos de Deus ? É fato que o amor de Deus realmente habita em nós.Jesus disse : "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda,esse é o que me ama" ( João 14:21).João o apóstolo.confirma isso quando escreve  "E o amor é este: que andemos segundo os seus mandamentos ( II João 6)
Quando recebemos Jesus Cristo como Senhor,somos transformados; a pessoa que existia anteriormente já não vive mais.Somos literalmente novas criaturas.
Nosso coração se torna novo com o temor e o amor de Deus residindo dentro de nós.Os nossos desejos agora são para Deus;ansiamos por agradar-lhe ,pois essa é nossa naturaza. Vivemos de tal modo que "o que vale é guardar as ordenanças de Deus " ( I Coríntios 7:19).
De modo contrário, aqueles que habitualmente ignoram os mandamentos de Deus não tiveram um encontro genuíno com Jesus Cristo através do Espírito Santo.
Eles até até podem confessar o cristianismo,mas, como Jesus nos instrui,conheceremos a natureza deles pelo estilo de vida (Mateus 7:20) . Se eles desconsideram os mandamentos de Deus ou os encaram de forma superficial,é porque não têm o Seu coração.João escreveu: "Aquele que diz : Eu o conheço (Jesus Cristo) e não gurada os Seus mandamentos é mentiroso (está enganado), e nele não está a verdade" (I João  2: 4). João está nos dizendo claramente que o tal não é filho de Deus, ele está enganado.Ele pode pensar que é salvo,mas na verdade não é.
Vejamos o que significa honra: Valoriza,estimar,respeitar,tratar favoralmente, ter alta consideração por.Se olharmos nossos pais com honra ,nós nos comunicaremos com eles em amor e respeito.Lembre´se que a honra pode ser demonstrada em atos,palavras e até pensamentos,mas toda verdadeira honra tem origem no coração.Então,se os jovens falam regularmente com seus pais de forma irreverente,descuidada ou impertinente,eles estão externando a falta da verdadeira honra para com seus pais.Por que a boca fala do que está cheio o coração(Mateus 12:34.A desronra dos filhos pode ser demonstrada pelo comportamento,tanto quanto pelo tom de voz,por um revirar de olhos,um olhar de reprovação,pésmque se arrastam para atender a um pedido,reclamações,e daí por diante.
Desronrar nossos pois tornou-se um modo de vida normal em nossos dias.Está impregnado em nossa cultura.Há alguns filmes populares sobre família que eu não permitiria que meus filhos assistissem.Alguns são até classificados como bons e exibidos por companhias cinematográficas "de confiança".Normalmente nós os consideramos seguros,Os enredos das histórias geralmente são emocionantes.Entretanto, a maneira como os filhos conversam com seus pais como pessoas estúpidas e ultrapassadas.Desconsideram suas instruções abertamente , e o filme termina com os filhos saindo como heróis,ou como conquistando os desejos de seu coração,muito embora tenham tratado seus pais com desprezo.Você pode pensar que estou exagerando, mas ouça o que o Senhor diz"Maldito aquele que desprezar a seu pai ou sua mãe.E todo o povo dirá: Amém" (Deuteronomio 27:16 AMP)
Uau será que você percebe o quando ´s forte a palavra maldito? Ser amaldiçoado por Deus é algo muito sério.Talvez esperemos ouvir " Maldito aquele que assassina,rouba,pratica imoralidade sexual ou feitiçaria",Mas Deus diz  que aquele que desronra seu pai ou sua mãe é maldito.Vamos rever o significado da palavra desronrar: tratar como algo comum,ordinário ou inferior.Uma versão mais forte disto seria tratar vergonhosamente ou humilhar.



Texto tirado do livro de Jhon Bevere
A recompensa da Honra

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Efésios 6:5-8
Escravos(empregados),obedeçam a seus senhores (empregadores ou patrões); sejam solícitos em dar-lhes o melhor de vocês mesmos.Prestem-lhes o serviço como o fariam a Cristo.Não agradem ao seu senhor enquanto ele está vigiando,para depois relaxar quando não estiver olhando,trabalhem alegremente e com ardor,como se estivessem trabalhando para Cristo,fazendo a vontade de Deus de todo coração.Lembrem-se de que o Senhor lhes pagará cada coisa boa que fizerem.

Observem a declaração "trabalhem alegremente e com ardor,como se estivem trabalhando para Cristo"
Se mantivermos isto em nosso coração,passaremos de escravos a servos.
Talvez você diga: "Eu não sou escravo".
Antes que você se apresse a responder a declaração acima,deixe-me dizer qual a diferença entre escravo e servo.
O escravo faz o mínimo que lhe é exigido; o servo executa o seu potencial máximo.Do escravo se toma,o servo dá.
O escravo tem de fazer,o servo precisa fazer.O servo procura oportunidades,em vez de receber ordens.Ele antevê as necessidades daquele a quem serve e atende-as sem que isso tenha de ser pedido.
Se você pensa que seu Patrão tratando injustamente e é duro com você, você precisa agir e não reagir.A pessoa que age ataca o mal com o bem (Romanos 12:21).Ela se aproximará do patrão que é mau para com ela e dirá algo como: "Senhor,vejo que há algum trabalho extra que precisa ser feito,então quero que saiba que chegarei duas horas mais cedo durante a próxima semana para termina-lo e o senhor não precisa pagar nenhum centavo à mais por isso".
Se você lidar com o conflitos desta maneira ,ganhará o favor de Deus e finalmente do homem.Como sei disso ? Provérbios 3:3-4 nos diz que quando escrevermos misericórdia e verdade na tábua do nosso coração,"acharemos o favor e a boa compreensão diante de Deus e dos homens"


A Recompensa da fidelidade à Deus

E sobre eles três presidentes, dos quais Daniel era um, aos quais estes príncipes dessem conta, para que o rei não sofresse dano. Daniel ...